A dança contemporânea foi o gênero presente na segunda mostra competitiva do festival Setembro em Dança 2023. O evento ocorreu na noite desta terça (26) e movimentou o palco da ‘Cidade da Dança’, espaço montado ao lado do Conservatório de Música Maestro Paulino.
Com estímulos motivacionais, reflexões, histórias de vida e dicas de autoconhecimento e desenvolvimento, o evento "Bom dia com alegria: a transformação" lançou, neste sábado (23), a edição Florescer. A terceira edição do programa contou com a participação de palestras que buscaram transformar, fortalecer, agregar e conectar as pessoas que estavam presentes no local.
O encanto pelo conhecimento
Aos 19 anos de idade, a estagiária Isabela da Luz Gonçalves já batalhou e batalha muito por seus objetivos. Enquanto estudava, Isabela ajudava a mãe, Josiane de Fátima Sagais, no trabalho de diarista. Depois de terminar o ensino médio, foi a vez dela ocupar uma vaga no mercado de trabalho e cursar Administração. Ela está há pouco mais de um ano como estagiária na unidade Cultural, do Setor de Artes Visuais, localizado na praça Barão do Rio Branco, em Ponta Grossa.
A primeira das quatro mostras competitivas do festival Setembro em Dança 2023 movimentou o palco cultural de Ponta Grossa na noite de ontem (25). As competições iniciaram com o gênero ballet clássico e seguirão com a dança contemporânea, o gênero livre e, por fim, o jazz. Todas as apresentações desta edição devem ocorrer na ‘Cidade da Dança’, estrutura montada ao lado do Conservatório de Música Maestro Paulino.
Todas as faces
Quem cruzar os corredores do câmpus da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) nas primeiras horas da manhã certamente vai encontrar Fabiana Ribeiro a postos para mais um dia de labuta. Ela integra o time de funcionárias responsáveis pela manutenção do prédio da instituição. Detalhe, sempre com o sorriso estampado no rosto e devidamente maquiada. “Sem um batom, nem saio de casa”, afirma Fabiana, uma leonina, que muito antes das primeiras aparições do sol está de pé para fazer a travessia do bairro da Esplanada até chegar ao centro, percurso que dificilmente é feito em menos de 35 minutos de ônibus. E ela é múltipla, tem muitas faces.
O espetáculo ‘Travessia, Saudade, Passagem’ marca a estreia da Cia. Municipal de Dança de Ponta Grossa e abre a edição deste ano do Setembro em Dança. A abertura ocorreu na noite de quarta-feira (20), no Cine-Teatro Ópera, às 20h. A temática da apresentação é a história da cidade de Ponta Grossa através da dança, com ritmos como o ballet clássico, neoclássico, dança contemporânea e sapateado.
Quando a família é o Calçadão
A escritora Lise Weed disse certa vez que “Ser uma família significa que você faz parte de algo muito maravilhoso. Significa que você amará e será amado pelo resto de sua vida.”. Certamente, ela não estava equivocada e a configuração familiar de Ana Júlia Gonçalves não se limita aos laços sanguíneos, mas entre as pessoas que fazem parte do seu convívio em um dos pontos mais visíveis de Ponta Grossa: o Calçadão.
Toca gaita, seu Jorge!
Quem passa pela rua Carlos Cavalcanti, uma das principais vias de Uvaranas, com certeza já viu um senhorzinho simpático, de bigode estreito que leva sobre a cabeça um chapéu e, na mão, uma bengala. Ele é Jorge Scudlarek, que nem longe, tampouco de perto, aparenta ter 85 anos. Seu Jorge nasceu em 06 de agosto de 1938, na Fazenda Pitangui, redondezas da Capela Santa Bárbara, em Itaiacoca, um dos distritos do município e é o quinto filho, de seis irmãos, do casal Carmelina e Pedro Scudlarek.
Concerto ‘Duzentos - a maior celebração de todos os tempos’ reúne todos os grupos municipais de cultura e marca a celebração dos 200 anos de Ponta Grossa. O espetáculo conta a história da cidade por meio da dança, música, projeções e luzes e está programado para os dias 15, 16 e 17 de setembro na Praça Marechal Floriano Peixoto.
História e arte de rua
No calçadão, centro de Ponta Grossa, todos os dias, desde 1999, Cleber Moura vende sua arte. Seu rosto é conhecido por comerciantes e transeuntes que passam pelo local. Cleber tem 43 anos de idade, é pai de dois filhos e vive do seu artesanato há cerca de 30 anos. Apesar de não ser natural da cidade, se identificou com Ponta Grossa e não tem planos de ir embora tão cedo.
Na noite de quinta-feira (14), o show da banda Roupa Nova atraiu fãs para curtir o aniversário de Ponta Grossa. O show fechou o Projeto Cultural “200 anos de PG”. A abertura da noite ficou por conta da banda Bonvoá, que trouxe sucessos que aqueceram os ouvintes para atração principal. Todos os shows eram gratuitos e abertos ao público ponta-grossense. A banda conhecida em todo o Brasil teve seu auge nos anos 80 e 90, marcando gerações com hits como Whisky a go go, Dona e Linda demais. Porém continua atraindo público de todas as idades por suas canções que agradam qualquer tipo de ouvinte.
A parte civil do desfile contou com a participação de alunos, servidores públicos e representantes de instituições
Salve, salve, Ponta Grossa! O desfile em comemoração aos 200 anos da cidade nesta sexta-feira (15), na avenida Vicente Machado, reuniu uma multidão de espectadores.
A parte militar do desfile contou com a participação do Exército, de corporações e de órgãos de segurança
O desfile em comemoração aos 200 anos de Ponta Grossa, nesta sexta-feira (15), reuniu uma multidão de espectadores na Avenida Vicente Machado. Diferente de outros anos, em 2023 o tempo colaborou e os moradores não precisaram se preocupar com a chuva.
Crianças, adolescentes e adultos estiveram nessa quarta-feira na Estação Arte, para prestigiar a Feira do Livro. A equipe de funcionários acompanhou os alunos no evento, com o intuito de despertar neles o interesse pela leitura.
Tudo belesma, Canjica?
Não tem como ficar indiferente ao cruzar pelo calçadão de Ponta Grossa ao se deparar com Márcio Antunes. Não o conhecem? Impossível! Márcio empresta seu corpo e dá vida ao palhaço Canjica. Aos 42 anos de idade, ele quebra o cotidiano de compromissos de anônimos que passam pelo centro e faz com que pessoas esbocem, mesmo de modo discreto, algum sorriso na boca.
O novo espaço cultural de Ponta Grossa passa a funciona nas instalações da Mansão Villa Hilda
O Museu Municipal Aristides Spósito, inaugurado nesta terça-feira (12) pela Prefeitura Municipal, conta com acervos do antigo Museu Época. O nome deste novo espaço cultural de Ponta Grossa foi dado em homenagem ao fundador e proprietário do Época, museu instalado na cidade em 1922. Ele cuidou do local até a sua morte, em 2016. O espaço era uma residência do século XX, com cozinha, sala de jantar, quarto e outros cômodos. O novo museu está localizado nas instalações da Mansão Villa Hilda, Centro de Ponta Grossa.
O Centro de Cultura de Ponta Grossa foi palco nesse sábado (9) para a peça "Vazio", produzida pela Companhia de Teatro Bianca Almeida. A obra é dirigida pela própria Bianca que, também, é responsável, juntamente com as atrizes e alunas, pelo roteiro da peça. A peça aborda o vazio que todo ser humano já sentiu, ou ainda deve sentir, de uma maneira que deixa em aberto as possibilidades de interpretação por parte do público.
O projeto Cine Celebrar é um projeto da prefeitura de Ponta Grossa para comemorar os 200 anos da cidade. O projeto acontece todos os fins de semana desde 19 de julho, quando estreou em Itaiacoca, rodando diversos pontos da cidade como o Lago de Olarias, Biblioteca Pública Municipal e o Parque Ambiental. O Cine baseia-se em um domo de 360° graus, com um projetor que permite uma projeção em tela circular com alta qualidade, criando um cenário virtual com grande nível de realismo.
Na manhã desta quinta-feira, 7 de setembro, aconteceu o tradicional desfile do Dia da Independência do Brasil na Avenida Vicente Machado. O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e pela 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, destacou o centenário do 13º Batalhão de Infantaria Blindado - Batalhão Tristão de Alencar Araripe, instalado no bairro de Uvaranas. Este ano, o tema do desfile foi “13º BIB: Um batalhão a servir Ponta Grossa e o Brasil”.
Apaixonados por automobilismo tiveram um motivo para sair de casa no último domingo. Localizado na Avenida Machado, o estacionamento Cea Park sediou uma exposição de veículos das 11h e 17h, e recebeu em torno de 2 mil pessoas. O local é um dos maiores estacionamentos cobertos de Ponta Grossa e contém quatro andares. O evento recebeu autorizações pelos órgãos competentes para a realização.
O amor por ajudar o próximo
A professora Silvane Valéria Andrian Roessle relata sobre seu amor por trabalhar na Apae. Formada em Letras e Pedagogia, Silvane é professora há 22 anos e trabalha na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Ponta Grossa) há 16 anos, antes ela conciliava os dois trabalhos, mas hoje atua somente na direção auxiliar da associação.
Morar no distrito de Itaiacoca tem alguns problemas por conta da distância para chegar a Ponta Grossa. Por outro lado, o acesso a belezas naturais me encanta ao saber que a pouco tempo de casa posso apreciar a escultura que a natureza talhou ao fazer o Buraco do Padre.
A história na ponta dos pés
No centro de Ponta Grossa se encontra uma escola de dança. Ao passar pela entrada, há diversas fotografias dos espetáculos promovidos, que guiam quem sobe a escadaria do lugar. Sob a batuta, ou melhor, pelas sapatilhas de Olinka Dallabona Brustolim, diretora e professora de ballet clássico, que há 23 anos fez do sonho algo concreto. Olinka recebe os alunos da academia e os visitantes interessados no mundo da dança com um sorriso de orelha a orelha e uma alegria contagiante.
Nos mecanismos da vida
Ainda na infância, aos 10 anos de idade, o mecânico Rogério Manys admira as façanhas da engenharia. Mais de 50 anos se passaram e a paixão pelos motores automotivos ainda persiste.
O jovem, o trabalho e o estudo
Foi entre os consertos das peças de eletroeletrônicos que Pedro Henrique Penteado começou sua vida laboral. Ingressar no mercado de trabalho aos 18 anos de idade, na atual conjuntura do país, é uma proeza que merece destaque. Natural de Ponta Grossa, Pedro Henrique é filho de trabalhadores; Marcelo Penteado, manobrista, e Marcia Massuqueto, dona de casa. E nos Campos Gerais ele pretende constituir seus próprios caminhos.