Evento se consolida como um importante espaço de valorização à arte
A cultura popular e independente marcou presença no centro de Ponta Grossa neste sábado (26). A 11ª Feira do Cultura Plural, projeto de extensão do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) foi promovida no SESC Estação Saudade, próximo ao Terminal Central, a partir das 14h. O evento foi aberto à população, e contou com atividades voltadas a todo tipo de público, com exposição e venda de produtos artesanais, além de performances de teatro, música e dança.

Nos próximos meses, Ponta Grossa sedia uma homenagem a personagens que revolucionaram a história da arte no mundo. Na última sexta-feira (25), foram abertas as visitações à Exposição “Van Gogh e Impressionistas”, no Shopping Plaza Campos Gerais, na Ronda. A estrutura conta com um espaço de cerca de 1200 m², onde são projetadas pinturas, vídeos e áudios que contribuem para uma experiência imersiva.
Evento reúne 18 lojas e valoriza o comércio e o empreendedorismo feminino no município
A Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios (CMEG) de Castro, no Paraná, celebrou 18 anos de atuação no último sábado (19), na Colônia Castrolanda, com mais uma edição do Café com Estilo. O evento reuniu 18 lojas do município em um desfile que apresentou diferentes peças e estilos, além de valorizar o comércio local e o trabalho de mulheres empreendedoras. Com caráter beneficente, a edição arrecadou R$12 mil destinados às Irmãs Cavanis, instituição que atua no atendimento à comunidade.
Participantes exploraram técnicas com materiais recicláveis

Na última quarta-feira (16), o Centro de Criatividade de Ponta Grossa recebeu a oficina gratuita “Do módulo à imagem: práticas com carimbo", ministrada pela artista visual, ilustradora e professora de artes Julia Kobus. A atividade integrou a programação do Sesi Cultura e foi focada nos educadores da rede pública de ensino.
No último sábado (19), extensionistas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) organizaram uma ação comunitária no Parque Olarias. Foram plantadas cerca de 300 mudas de árvores nativas da região dos Campos Gerais, doadas pelo Viveiro Florestal da UEPG. A atividade foi promovida em uma parceria do Viveiro com o projeto de extensão Pauta Ambiental e o Centro Acadêmico João do Rio (CaJor), do curso de Jornalismo da UEPG, e o Grupo de Conservação da Natureza e Educação Ambiental (Conea), da UTFPR.

Uma noite para celebrar o orgulho ponta-grossense, a arte e o empenho comunitário
O anúncio dos vencedores e a entrega das premiações da 6ª edição da Gincana Princesa em Festa, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, reuniu centenas de pessoas no aniversário de Ponta Grossa. A celebração foi marcada pelo reconhecimento das ações desenvolvidas pelos participantes da gincana em áreas como cultura, meio ambiente, esporte, saúde e cidadania. A cerimônia de entrega dos troféus e certificados ganhou um tom ainda mais especial com o acompanhamento de apresentações musicais da Banda Escola Lyra dos Campos e da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa.
Como patrimônio cultural do Paraná desde 1990, o casarão reúne arquitetura, memória e atividades culturais no centro da cidade
Uma construção que atravessou gerações completou um século de existência na última terça-feira (8). A Mansão Villa Hilda, construída em 1926 e localizada no centro de Ponta Grossa, chega aos 100 anos como um dos principais símbolos históricos e culturais do município. Para marcar a data, uma programação especial reúne apresentações artísticas, atividades infantis e ações de valorização da história do imóvel.
A mansão foi construída por Alberto Thielen, industrial e comerciante de destaque na cidade e proprietário da Cervejaria Adriática. O nome Villa Hilda foi escolhido em homenagem à esposa do empresário, Hilda Thielen. A construção acompanhou diferentes momentos da história de Ponta Grossa e ao longo do tempo, o imóvel já abrigou a Biblioteca Pública, a Fundação Municipal de Cultura e a Fundação Municipal de Turismo. Em 1990, foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Paraná, reforçando a importância da preservação do espaço para a memória da cidade.
Atualmente, a Villa Hilda também funciona como espaço de preservação e acesso à história local. Desde 2023, o prédio abriga o Museu Municipal Aristides Spósito, que reúne parte do acervo do antigo Museu Época, além de objetos adquiridos ou recebidos por doação.
Curiosidades sobre o casarão também contribuem para tornar a Villa Hilda um ponto de interesse para turistas e moradores de Ponta Grossa. Entre elas estão histórias de supostas aparições e acontecimentos sobrenaturais associados ao imóvel, a fama de local “mal-assombrado” inspirou a criação do Halloween da Villa Hilda, evento que utiliza as lendas do casarão como parte da experiência. Em 2026, esse evento está programado para o dia 31, mas ainda sem detalhes sobre a programação.
Para celebrar o centenário do espaço, a Secretaria Municipal de Cultura preparou diversas atividades na semana passada, que incluiu contação de histórias, caça ao tesouro, pintura facial, plantio de rosas, concertos, apresentações de corais, teatro musical, dança e visitas noturnas. O objetivo da ação, além da data emblemática, foi aproximar a população do patrimônio histórico e cultural e reforçar a importância da Villa Hilda para a identidade de Ponta Grossa.
Texto: Letícia Hermann
Revisão: Juliana Emelly
Supervisão: Elaine Barcellos de Araújo
Fotos: Letícia Hermann
Evento foi realizado na manhã da segunda-feira (7) em Castro
Na manhã da segunda-feira (7), foi realizado na Rua Coronel Vidal Martins de Oliveira na Vila Rio Branco em Castro o tradicional desfile de 7 setembro ( Independência do Brasil). O evento reuniu 61 entidades públicas e privadas entre elas: Forças de Segurança, Escolas Municipais, Estaduais, Privadas e Centro Municipal De Educação Infantil.
O desfile de 7 de Setembro é realizado em todo o país para marcar a Independência do Brasil, ocorrida em 1822. A data representa um momento importante da história brasileira e é lembrada por meio de eventos cívicos. Além de celebrar a data, o desfile busca incentivar o conhecimento da história do país.
“Foi uma experiência boa, pois, desde do início do ano os colégios se organizaram para nesse momento especial” afirma Helena Ruth Katerberg, estudante do Colégio Emília Erichsen. “Achei muito interessante a participação dos alunos das escolas mesmo com o mau tempo” comenta a mãe da aluna Helena.
“Foi muito legal participar pois isso é importante para os alunos sobre a história do Brasil”, comenta a estudante Isadora Dallarmi Heidmann, da Escola Municipal José Antônio Flygare Telles, conhecida como Caic.
Texto: Pedro Augusto
Revisão: Gabrieli Mendes
Supervisão: Aline Rosso
Fotos: Pedro Augusto
Encontro buscou aproximar o público da arte e incentivar novos hobbies
A tinta a óleo é uma das mais antigas na história da arte e uma das suas características é a resistência à passagem do tempo. Até hoje, essa técnica milenar é uma importante parte das artes plásticas no mundo. Na última sexta-feira (04), o Clube da Cafeína promoveu uma oficina de pintura a óleo ministrada pela artista Francielly Siguel Moreira, na cafeteria Mudra Lab.
Três dias de eventos abertos ao público marcaram a reabertura do teatro
Na quarta-feira (2), o Cine-Teatro Ópera voltou ao funcionamento. No início de 2025, ele foi fechado para reparações estruturais do prédio. Desde 1950, o Ópera faz parte da vida dos pontagrossenses, e se tornou um elemento importante na construção da memória coletiva e cultural no município. A reinauguração do teatro contou com apresentações culturais durante três dias. O público foi recebido no Auditório Álvaro Augusto Cunha da Rocha, o maior espaço do prédio, que tem capacidade para cerca de 690 pessoas.

Meu nome é Henrique de Lara Bomfati, sou acadêmico de Jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Para o meu portfólio, escolhi fotografar um tema muito presente na minha vida: a música e os instrumentos musicais.
Encontro reuniu representantes do poder público, órgãos ambientais, Defesa Civil e acadêmicos para discutir o combate às mudanças climáticas e o planejamento do município

Na última quinta-feira (27), a Câmara Municipal de Ponta Grossa sediou uma audiência pública dedicada a debater a preparação do município frente aos impactos do fenômeno El Niño e as ações adotadas pelo poder público contra as mudanças climáticas. Proposta pelo presidente da casa, vereador Dr. Erick (PV), a reunião ocorreu no Plenário do Legislativo Municipal para alinhar estratégias entre órgãos técnicos, forças de segurança, universidades e comunidade antes da ocorrência de eventos climáticos extremos.
AUÊ é marcado por desafio acirrado com apenas 0,16 pontos de diferença entre primeiro e segundo lugar
O espaço de eventos Aruanã, em Londrina, foi palco da 4° edição do Torneio Paranaense de Baterias, o famoso AUÊ. No sábado (29), baterias universitárias de Ponta Grossa, Curitiba, Londrina, Maringá, Guarapuava e outras cidades do estado disputaram o pódio e curtiram a festa durante 15 horas de evento.
O processo seletivo do torneio, que iniciou em fevereiro, possui quatro etapas: a primeira consiste em enviar um vídeo explicativo sobre a bateria; a segunda é o apadrinhamento; a terceira, um texto apresentando a bateria; e a última, que foi introduzida em 2025, é a arrecadação de alimentos para doação à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) das cidades de cada bateria.
A ideia do AUÊ surgiu em 2021 para fomentar o cenário paranaense e trazer representatividade para as baterias universitárias do estado. A equipe iniciou com 25 colaboradores, mas com o passar dos anos e melhor estruturação do evento, a equipe agora dispõe de 14 pessoas. Em consequência da pandemia, o evento teve sua primeira edição em 2023.
As baterias universitárias que participaram do torneio este ano foram: Furiosa, Rapozona, Imortal, Laranja Mecânica, Ferocidade, Os Coringas, Lolloteria, Mascarada e Jurássica, além da bateria Unidos do Divã, que foi convidada à se apresentar, visto que houve desistência de três baterias.
Neste ano, a organização do AUÊ forneceu workshops financeiros para os ganhadores do competição, além da premiação de instrumentos ao 1° e 2° lugar e é claro, o título de campeão paranaense. O pódio ficou com as baterias Furiosa (Cornélio Procópio), Rapozona (Toledo) e Imortal (Ponta Grossa). A Furiosa conquistou o 1° lugar com 97,79 pontos, Rapozona em 2° com 97,63 e Imortal em 3° com 96,76.
Produtora audiovisual e mestre da bateria Furiosa, que dominou a competição, Beatriz Alvarenga de Almeida comenta sobre o sentimento de levar o troféu para casa. “É bem estranho, porque faz um tempo que a Furiosa não está em um pódio no primeiro lugar, nós participamos de outras edições do AUÊ e ficar em primeiro era uma coisa que a gente não via, então sendo bem sincera, é um choque”. Beatriz ressalta que o desempenho de si mesma e dos integrantes fez com que conquistassem o 1° lugar. “Ver o resultado que tivemos hoje demonstra que o trabalho que a gente vem tendo ao longo desses últimos anos está funcionando”.
A jurada Luiza Rottger Vanini explica como funcionam os critérios avaliativos das baterias. “A gente avalia a parte criativa, os arranjos e ritmos, como eles ligam isso entre eles para tornar uma apresentação dinâmica e a parte técnica, que são os erros de execução, se conseguimos escutar todos os instrumentos e como está a afinação de cada um”. Ela também comenta sobre a competição entre baterias ser nacionalmente conhecida. “É um movimento muito amplo e cultural pelo Brasil inteiro e eu amo, imagina estar há 13 anos nisso, é como eu digo, não consigo ‘largar o osso’ porque isso tudo é muito gostoso”.
Cineasta e convidado do evento, Luiz Henrique Coelho também esteve presente no ano passado e observa que a execução das baterias têm evoluído com o passar do tempo. “Esse ano eu achei todas as apresentações melhores que as do ano passado, está bem concorrido e isso deixa mais legal, porque nunca tem certeza de quem vai ganhar o prêmio, eu acho que há cada ano está melhorando”.
Engenheira civil e responsável pelo setor de eventos da competição, Rebeka Machado conta sobre o início do Torneio Paranaense de Baterias. “A ideia veio de uma pergunta, como ‘uma bateria de medicina lá de Foz do Iguaçu nunca vai competir com uma bateria de educação física de Curitiba?’. Porque os torneios não permitiam isso e aí surgiu o pensamento de ‘precisamos de algo que englobe todas as baterias, independente de curso, região ou o que for, quem tem vontade que possa participar’ e assim surgiu o AUÊ”. Rebeka também conta sobre o motivo do evento aceitar somente 12 baterias para a competição: “A gente tem uma média de 16 à 18 baterias, varia de ano para ano, mas acabamos mantendo em 12 por conta do nosso evento ser apenas um dia, são 15 horas de evento, é desgastante para todo mundo, até porque a maioria faz bate-volta, então hoje fechamos nesse número porque para nós é o ideal, não fica tão saturado, mas também não é tão pequeno e conseguimos abranger mais baterias”.
Presidente da bateria pontagrossense Imortal, Rhaniel Rosa relata que foram embora com o sentimento de alívio e gratidão independente dos obstáculos enfrentados. “Nos sentimos extremamente felizes com o pódio e com o estandarte de instrumento diferenciado diante de um ano muito difícil, dificuldades financeiras e de quantidade de pessoas, além de contarmos com algumas lesões de ritmistas que preocupou muito nossa formação, mas no final deu tudo certo”.
O músico diz que a bateria participou de todas as edições do torneio, porém, em sua visão, essa performance apresentou um nível superior. “Sem dúvidas foi a melhor apresentação da Imortal, mesmo tendo caído uma posição do ano passado, a construção dos ritmos e continuidade da apresentação como um todo está no maior nível já visto, vamos agora focar em lapidar cada vez mais algumas transições, e principalmente nossa execução para entregar o mais limpo possível nas próximas apresentações”. A Imortal utiliza diversos gêneros de música como referência, como jazz, heavy metal, rock, ritmo árabe, crazy frog, hip hop, rap, baião, além de referências de escolas de samba.
O Torneio Paranaense de Baterias pretende fazer alguns ajustes no evento, porém algumas questões impedem esse avanço no momento, como um espaço maior, chuveiros, sistema de esgoto, entre outros. Além das apresentações, o evento dispõe de venda de bebidas e alimentos durante todo o torneio, espaço para descanso, shot do agogô, desafio entre as baterias, música o dia inteiro e muito mais.
Após mais um ano marcado por muito batuque, competição e energia, o palco se cala, mas a disputa continua e o ritmo não para. Agora, o próximo AUÊ já deixa uma pergunta no ar: quem vai fazer mais barulho?
Texto: Emanuelle Nunes
Revisão: Jeniffer Iara
Supervisão: Ivan Bomfim
Fotos: Emanuelle Nunes
Famílias e fãs da cultura nerd marcaram presença no festival

Nos dias 22 e 23 de agosto, o Clube Verde Centro abriu as portas para a cultura geek durante o Geektopia. O evento reuniu famílias e admiradores desse universo em uma programação diversificada, incluindo competição de Just Dance, apresentações de K-pop, concurso de cosplay, espaço para videogames e Role-Playing Game (RPG). Entre as atividades, houve a participação de streamers e dubladores, como Fernanda Baronne, aproximando o público de profissionais que fazem parte da cultura pop.
Meu nome é Felipe Vitorino da Silva Rocha, sou de Jaguariaíva e atualmente estou cursando jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Me mudei para a cidade neste ano de 2026 para estudar e percebi grandes quantidades de grafites e pichações, por isso fiz um portfólio nesse assunto, já que isso talvez seja uma forma de me conectar com a cidade e com sua característica urbana.
Tradição e inovação se completam em festividade
Uma nova tradição é comemorada na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, na Palmeirinha. Com programação ampliada e a realização de diversas atividades além do tradicional almoço, foi promovida no último domingo (16) a Festa da Padroeira, que reuniu os fiéis em comemorações religiosas e festivas. O dia de Nossa Senhora do Pilar é tradicionalmente comemorado no dia 15 de agosto ou, ainda, em 12 de outubro.
Meu nome é Kauã Arving da Silva, sou acadêmico de Jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná. Dentro da área jornalística, tenho maior interesse pela fotografia e pela produção de textos. Neste portfólio, apresento um registro fotográfico sobre o Jiu-Jitsu Brasileiro, modalidade esportiva de grappling amplamente praticada e reconhecida no país.

Me chamo Rauane Rodrigues, sou estudante do primeiro ano de Jornalismo e escolhi o calçadão de Ponta Grossa para ilustrar meu primeiro portfólio. Para mim, foi uma grande surpresa quando cheguei na cidade, pois nunca tinha visto algo assim. Foi enquanto pensava sobre o que fazer em meu primeiro portfólio, que ele me veio à mente.
Materiais doados pela comunidade ajudam a contar história do Hip-Hop na cidade
“Essa é a história de um moleque que, aos dezessete anos, sonhava em fazer rap. Um moleque que encontrou na cultura Hip Hop uma forma de expressar aquilo que carregava dentro de si: uma arte que não nasce, uma arte que vem buscar.” A trajetória de Ismael Alves dos Santos, o “Gueg”, é marcada pela relação com a cultura Hip Hop e pela construção de um movimento que hoje ganha espaço no Museu dos Campos Gerais. Foi neste ritmo, que no Dia Nacional do Hip Hop, 11 de agosto,foi aberta a exposição “Hip-Hop no Museu Campos Gerais”. O acervo reúne fotografias, discos, registros de batalhas de rima e outros materiais relacionados à cultura Hip Hop em Ponta Grossa.
Atividade uniu teoria e prática na fabricação de hidratantes labiais
A empresa júnior do curso de Farmácia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) trouxe um dos produtos mais comercializados do momento, o famoso Lip Balm. A Farmacodinâmica Jr. realizou um workshop onde as participantes acompanharam todas as etapas da formulação de um protetor labial. A ideia era que cada oficineira entendesse como cada matéria prima funciona, suas características e a eficácia do produto final. Os componentes utilizados na formulação foram: vaselina, cera de abelha, parafina, óleo mineral, Vitamina E, butil-hidroxitolueno (BHT) e corante.
No momento da confecção do produto, as participantes aprenderam que a formulação depende do equilíbrio de cada componente. A vaselina atua formando uma barreira que diminui a perda de água dos lábios. Já a parafina e a cera de abelha agem na consistência do produto, enquanto o óleo mineral promove espalhabilidade e hidratação por meio de uma ação emoliente. Com a vitamina E e o BHT, o produto mantém a estabilidade da fórmula e evita a oxidação.
As etapas foram cedidas às alunas por meio de um QR Code, o qual havia todos os ingredientes e as quantidades específicas. As medidas utilizadas, um total de 40 gramas do produto final, resultaram em oito embalagens cheias do hidratante labial.
João Vitor Stavny de Sousa, um dos ministrantes, fala sobre a parte prática ser mais dinâmica e chamar a atenção das pessoas. “Nós permitimos que cada pessoa faça o lip balm de uma maneira. Isso atrai um público maior. Eu, por exemplo, gosto mais da parte prática e saber o que eu estou fazendo. Se eu fosse apenas comprar o produto, eu perderia um pouco do interesse”.
Amanda Baptista, acadêmica do 3º ano de Farmácia, teve uma experiência positiva na oficina de cosmetologia. “Foi muito bem explicado, a professora no início passando a ‘receita’ para nós, para que servia cada componente e na parte prática, que realmente conseguimos ver como faz, o que pode dar errado se colocar um pouco mais ‘disso ou daquilo’, então foi uma experiência bem completa”, disse a estudante, satisfeita.
Juliana Aparecida Prique, graduanda de Farmácia, relata que a matéria que mais gosta no curso é a de manipulação, então foi um dos motivos de ter participado novamente da oficina. “Eu amei a experiência, colocar em prática o que sei sobre manipulação é muito interessante. Ir misturando e ver o que vai acontecer é a parte que eu mais gosto”.
Aline Pasturchak de Paula Martins, uma das orientadoras do workshop, destaca as diferenças de um produto feito por farmácia e de maneira artesanal. “A principal diferença entre a farmácia e o que fizemos aqui é que aqui nós temos um produto nível 1 na escala de produtos químicos que a gente usa na formulação. É muito mais simples: não tem risco biológico, não tem o químico muito avançado em questões microbiológicas. Então não é algo que vai causar alergia, por exemplo. O que eles vendem na farmácia é extremamente pesquisado e formulado, com níveis altos de parabenos. Então a principal diferença é a escala industrial”, ressalta.
A organização do minicurso é realizada inicialmente pela procura de um profissional capacitado naquela área e, a partir disso, é organizado o roteiro, a compra de insumos, a venda de lotes e a divulgação do evento.
Os próximos dias do workshop serão dias 13 e 14 de agosto das 15h às 17h, no Bloco M do Campus Uvaranas da UEPG. Para participar é necessário realizar uma inscrição no valor de R$45. Para mais informações acesse o instagram da Farmacodinâmico Júnior: https://www.instagram.com/farmacodjr/.
Texto: Emanuelle Nunes e e Jeniffer Iara
Fotos: Emanuelle Nunes e Matheus Fornazari
Revisão: Gabriela Denkwiski
Supervisão: Elaine Barcellos de Araújo
No último sábado (8), o Operário Ferroviário realizou uma campanha para aproximar e incentivar a torcida. O Fantasma Day, aconteceu simultaneamente no Shopping Palladium e no Shopping Plaza Campos Gerais, das 14 às 18 horas. O evento contou com a presença dos jogadores, a exposição de troféus, associação de novos sócios torcedores e a apresentação em primeira mão do projeto de remodelação do estádio.
Oficinas e mostras artísticas compuseram a programação final do evento
Desde 2023, a Invernada Cultural reúne manifestações artísticas diversas em forma de exposições, performances e oficinas. Em 2026, o evento busca olhar para os imigrantes que vivem no Paraná, e destacar suas vivências por meio da arte. No último sábado (8), o encerramento da 4ª edição ocorreu no bar Frederico Cervejas & Cervejas, no centro de Ponta Grossa. A Invernada, que teve início neste ano na quinta-feira (6), é organizada todos os anos pelo Selo Lambrequim.
Todo ano, 22 indivíduos são eleitos para pilotar na Fórmula 1, o pináculo do automobilismo. O grupo tem o privilégio de trabalhar com algo que gosta: ser um corpo que passa a 300km/h pelo tempo e espaço por pistas como Mônaco, Monza, Silverstone e Interlagos. Muitos ao redor do mundo têm esse sonho. Desde criança, eu também tive. Para muitos que não conseguem seu espaço até lá ou que não almejam a F1, há outras opções: seguir nos monopostos em solo estadunidense ou japonês com a Fórmula Indy e a Super Fórmula; se quiser ir pela linha dos Gran Turismos e Protótipos, tem a GT World Challenge e o Mundial de Resistência. Se os olhos brilham com carros mais parecidos aos do dia a dia, há a NASCAR (tanto estadunidense e brasileira) e a Stock Car Brasil.
Todo ano, tenho o hábito de viajar nas férias, seja no inverno ou no final do ano. Tão comum quanto sair em viagem é eu ir para Cascavel nelas. A capital do oeste paranaense é um polo econômico do agronegócio na região, mas não é exatamente sobre isto que eu trago neste portfólio. Quis fazer essas fotos por uma razão pessoal que acontece ao retornar para aquela cidade. Tais imagens foram feitas nas últimas duas idas para Cascavel: em dezembro, quando meus avós paternos me presentearam com a Canon Powershot de 2012 deles para usar durante o curso; e em julho, no recesso do meio do ano.
Meu nome é Pedro Augusto, Tenho 19 anos, sou acadêmico do Curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), estou no segundo ano do Curso e sou integrante do Projeto de Extensão Foca Foto.
Começo este portfólio mostrando as coberturas fotográficas que eu fiz dos jogos da equipe do Caramuru Futsal que representa a Cidade de Castro na primeira fase do Campeonato Paranaense Série Bronze no Ginásio Padre José Pagnacco em Castro
Decidi fazer este portfólio para mostrar os bastidores da cobertura esportiva de futsal na visão do jornalista esportivo em uma cidade do interior que não tem o futebol profissional como esporte que movimenta a cidade.
As experiências que eu obtive foi conversar com os atletas e treinadores das equipes para conceder entrevistas coletivas após as partidas realizadas e também com os torcedores.
Para mim, esse portfólio representa um marco histórico na minha carreira profissional onde tenho oportunidade de fazer cobertura jornalística da equipe de futsal da minha cidade
Texto: Pedro Augusto
Fotos: Pedro Augusto
Revisão: João Pedro Souza
Supervisão: Paulo Rogério de Almeida