Na noite de sábado (20), a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) realizou a 38° edição do Festival Universitário da Canção. O FUC começou às 19h30 no Grande Auditório do campus central da instituição com 10 canções candidatas aos prêmios da noite, seis de Ponta Grossa, dois de Maringá, um de Paranavaí e um de Foz do Iguaçu, com o repertório musical indo do rock alternativo ao forró, que encantaram a plateia.

Na quarta-feira (18), data em que se celebra o Dia da Imigração Japonesa, a Biblioteca Pública de Ponta Grossa promoveu uma programação especial em homenagem à cultura nipônica. O evento, realizado às 14h, contou com apresentações de cosplayers, oficina de origami e outras atividades voltadas à valorização da história e das contribuições dos imigrantes japoneses para a formação cultural da cidade.
Mostra com pinturas e desenhos explora o processo criativo do artista Fernando Calderari
Na última quarta-feira (10) foi inaugurado no Museu Casa Alfredo Andersen a entrega do projeto Museus Satélites, de autoria de Fernando Calderari, com entrada gratuita ao público. A exposição conta com diversas obras, com artes em quadros, tábuas de madeira e rochas. Segundo a própria descrição do artista, a apresentação das obras busca “revelar o processo criativo do artista entre a composição da observação e a experimentação”.
1º Kampai Matsuri conquista público da cidade
Entre famílias experimentando hot dog coreano, filas para o concurso de cosplay, apresentações artísticas, demonstrações de artes marciais e uma ampla variedade de quiosques com produtos temáticos e comidas orientais, Ponta Grossa recebeu pela primeira vez o Festival Oriental Kampai Matsuri nos dias 6 e 7, celebrando as tradições do Japão, Coreia do Sul e China.
Durante dois dias, o Parque Ambiental deixou de ser apenas um cartão-postal da cidade para reunir a população em um encontro de diferentes expressões da cultura asiática e também mostrar que ela estava presente muito antes do festival. O nome Kampai Matsuri significa “um brinde à festividade” em japonês e expressa o objetivo dos irmãos e organizadores do evento, Alisson Akio e Anderson Rodrigues, de celebrar e unir culturas diferentes, além oferecer experiências diversas para a cidade.
A Associação Cultural e Esportiva Nipo Brasileira de Ponta Grossa estava presente na festa apresentando várias danças tradicionais. Membro da associação, Maria Eiko Kanda, de 70 anos, comenta a alegria de seu grupo ter sido convidado a se apresentar no festival e as pessoas dançarem juntas. “Eu não esperava que houvesse tanta adesão, que fosse um festival de tanto sucesso e repercussão, fiquei muito surpresa e feliz”. Ela cita a importância de pessoas da terceira idade aproveitarem associações como esta para fugir do sedentarismo cotidiano. “Isso é fantástico, desde que eu ingressei na dança, depois da aposentadoria, eu sempre falo para minhas amigas que ao invés de ficarem em casa de chororô, na frente da televisão, é para irem lá dançar junto e é isso que eu sempre procuro fazer, levar a dança principalmente para as pessoas de mais de 60 anos”.
Para o casal de cosplayers Giovane Ramos e Vitoria Carolina Ramos, vestidos de Goblin Slayer e Malenia, o festival foi ótimo para a cidade e para os fãs de animes e cosplays que normalmente só têm a oportunidade de se apresentar em eventos como o Geektopia. “Deu para ver que o público gostou bastante de tirar foto com a gente e eu acho importante ter essas coisas na cidade, porque não costuma ter, são sempre as mesmas festas”, disse a invencível Malenia.
O casal se conheceu por conta dessa arte/hobby e como já participaram de vários eventos, contaram como surgem as customizações. “Muitas coisas a gente vê na internet, para ver se fizeram algo parecido e se inspirar, mas algumas coisas vem na cabeça do nada, então tentamos fazer e se não der certo, vamos fazer de outra forma”, comenta o obstinado Goblin Slayer.
Uma das apresentações realizadas no domingo foi a do Grupo Kokorozashi Taiko, coletivo fundado em 2003 que costuma se apresentar em Castro com demonstrações do taiko, atividades que envolve esforço físico, atividade musical e grande cognição motora, além da gestão de grupo e habilidades interpessoais. O coordenador do grupo, Renan Yassunori Koike, valoriza o esforço conjunto entre comunidades japonesas e brasileiras com o objetivo de trazer algo que representasse melhor a cultura nipônica. “Como o Taiko era muito presente na história do Japão foi escolhida essa cultura para criar-se grupos no Brasil e nessa época, cerca de 23 anos atrás, foi criado mais ou menos 150 grupos no país e desde então o Taiko se tornou hoje a maior expressão artística japonesa em larga escala aqui, só fica atrás da culinária e da própria língua, como um álbum que ficou remanescente dos imigrantes que vieram”.
Para a policial militar e espectadora do evento Lucinéia Catarina da Rosa, festivais como este são ótimos para encorajar as pessoas que se interessam pela cultura a se expressarem mais, além de reunir diversas gerações que buscam algo de novo para conhecer. “Tem muita gente que se inspira em personagens mas fica com receio ou vergonha. Acredito que, se houver mais eventos, as pessoas vão aderir essa ideia e eu adorei ver os personagens, achei muito bacana as pessoas irem lá na frente dançar e se apresentar e para mim é tudo novo, o que eu tinha visto foi só nos doramas mesmo”.
Os idealizadores do evento iniciaram nesta carreira por influência dos pais e participaram de festivais semelhantes, mas como expositores e viram que havia oportunidade de avançar para algo maior. Assim que esta etapa foi alcançada o festival foi idealizado por um ano, mas foi organizado em dois meses e meio, os quais foram utilizados para local, patrocínios, divulgação, marketing, inscrições para o concurso, entre outros, buscando criar uma teia de conexões para que tudo pudesse ser realizado. “Foi um grande desafio para nós, a gente queria dar uma diversificada no nosso ramo, mesmo que esteja dentro do mesmo âmbito, mas procuramos algo para nos desafiar”.
Os empresários Anderson Rodrigues e Allisson Akio relataram que foram feitas pesquisas de mercado na cidade e este foi o grande estopim da ideia, porque perceberam que o público iria receber bem e que deu certo, pois foi 100% como o esperado. “Estamos cansados mas felizes ao mesmo tempo, com certeza vale a pena, a gente acreditou, colocou muita fé que ia dar certo e é muito gratificante, é muito mais do que iniciativa, empreendedorismo e ser empresário, porque ver o pessoal prestigiando e vendo a felicidade deles, é essa energia do Kampai que a gente buscava, isso aqui é uma alegria e enche nosso coração”. Os organizadores têm o objetivo de realizar uma próxima edição do festival.
Texto: Emanuelle Nunes e Jeniffer Iara
Revisão: Giovana Guarneri
Supervisão: Ivan Bonfim
Fotos: Emanuelle Nunes, Jeniffer Iara e Rauane Rodrigues
Mais de 40 mil fiéis de Ponta Grossa mantêm tradição

Realizada sempre na primeira quinta-feira após odomingo da Santíssima Trindade, a celebração de Corpus Christi tem como objetivo exaltar a Eucaristia. Nesta quinta-feira (4), a Avenida Dr. Vicente Machado foi tomada por religiosos que acompanharam desde a confecção dos tapetes até o momento da procissão.
Comunidade do Pontilhão mantém tradição de altares em frente às casas no Corpus Christi
Enquanto nas grandes cidades a celebração de Corpus Christi é marcada por quilômetros de tapetes de serragem que cobrem o asfalto das avenidas principais, na comunidade rural do Pontilhão, em São Mateus do Sul, a manifestação de fé preserva uma essência íntima, comunitária e tradicional.

Começo este portfólio deixando claro que assim como diversas pessoas, eu também tenho muitos gostos estranhos, os quais não sei ao certo como explicar o motivo, mas é um sentimento bom e reconfortante do qual eu sempre senti.
Evento reuniu comunidade evangélica na Avenida Vicente Machado e terminou com shows gratuitos no Parque Ambiental
No sábado (23), foi realizada a Marcha para Jesus, evento religioso que reúne a comunidade cristã para uma caminhada pela Avenida Vicente Machado, principal via da cidade. As ruas foram fechadas pela Guarda Municipal de Trânsito, para realização da celebração.
Ao todo,17 escolas participaram do espetáculo, que se transformou em evento nacional nesta edição

Ponta Grossa recebeu na última quarta-feira (20) a abertura da Mostra Aberta do Festival de Dança no centro de eventos. O evento recebeu escolas de Santa Catarina e Paraná, e representa uma mudança importante, que passa a ser um festival ainda maior.
A Biblioteca Pública de Ponta Grossa está promovendo três exposições culturais nomeadas de Sala Secreta, Memorial da Biblioteca e o Acervo de Livros Raros.
Evento reuniu mais de 10 mil fiéis, religiosos e representantes de paróquias dos Campos Gerais
Fiéis de diversas cidades dos Campos Gerais participaram, neste domingo (10), da celebração dos 100 anos da Diocese de Ponta Grossa, realizada no Centro de Eventos de Ponta Grossa. O encontro reuniu mais de 10 mil pessoas, entre religiosos, integrantes do clero, catequistas e lideranças políticas, como a prefeita do município, Elizabeth Schmidt, e o deputado federal Sandro Alex, em uma programação especial dedicada ao centenário.
O conto Um Homem Honesto, de Monteiro Lobato, inspirou o dramaturgo Mauro Zanatta a continuar o questionamento do grandioso escritor. Pela primeira vez em Ponta Grossa, Zanatta, junto da atriz Stella Mariss, apresentam Cidades Mortas, pela Cia À Curitibana. O espetáculo foi exibido no Sesc Estação Saudade, nos dias oito e nove.
Com repertório popular e novos integrantes, apresentação une técnica e emoção para homenagear as famílias

O ano letivo da Orquestra de Cordas de Ponta Grossa começou com uma homenagem ao Dia das Mães, na quarta-feira (06), no auditório do Conservatório Maestro Paulino (MP). O evento transformou o rigor técnico das partituras em uma homenagem calorosa para as famílias presentes.
O Centro de Cultura foi palco para mostra da nova minissérie “Caravelle 114” na quinta-feira (7) . Dirigida por William Biagioli, a produção retrata o sequestro aéreo do voo 114 da Cruzeiro do Sul, no réveillon de 1970.
Evento gratuito teve atividades culturais para a família
A Festa do Trabalhador reuniu cerca de 400 moradores na tarde de sexta-feira (1º), no pátio da Rodoviária de Imbaú. A programação contou com exposição de carros antigos, música ao vivo, concurso de música com premiações em dinheiro, espaço kids, sorteio de brindes e comercialização de comidas e bebidas.
Com passeio ciclístico pela manhã e variedade de atrações pela tarde, a festa movimentou a cidade. O evento foi promovido pela Prefeitura de Imbaú, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura em parceria com as demais secretarias municipais.
O Festival de Música resultou na dupla Kauan e Marcelo em 1º lugar com o valor de R$800,00, a dupla Isabely e Nabiely em 2º lugar com o valor em R$500,00 e em 3º lugar, Roger Luiz, com premiação de R$300,00.
Para Marcelo de Lima da Silva, fundador do Clube Antigos 376, realizar a exposição dos carros em colaboração com o município, destaca a parceria e a importância de relembrar momentos nostálgicos. “São carros clássicos que muitas pessoas nem tiveram oportunidade de conhecer, enquanto os mais velhos podem relembrar o passado. Para nós é um encontro de amigos, todos se conhecem e confraternizam; e a real importância é a amizade”, pontua.
Aderval Antônio Correa, dono de um PT Cruiser prata, sempre participa desses eventos. “Antigamente eram mais homens que participavam, mas com o passar do tempo, muitas mulheres e até mesmo crianças começaram a vir, então acabou se tornando um ambiente familiar”, comenta.
Para Wesley de Chagas Andrade e Pedro Lucas da Silva, a cidade precisa de mais atividades culturais para dar mais visibilidade ao município. “Eu espero que tenha cada vez mais eventos e festas como essa para atrair mais pessoas para a cidade, porque ela é pequena, então precisa ter mais interações como hoje porque foi muito bom e divertido”, explicam.
Texto: Emanuelle Nunes e Jeniffer Iara
Fotos: Emanuelle Nunes e Jeniffer Iara
Revisão: João Pedro Souza
Supervisão: Aline Rosso
Evento impulsiona o crescimento do interesse pelo som analógico
A 1ª. Feira de Vinil, realizada no Shopping Plaza Campos Gerais, reúne expositores e amantes da música, neste fim de semana. Colecionadores do Paraná e Santa Catarina participaram do evento, que terá encerramento neste domingo (3). Durante os dois dias de programação, os visitantes têm acesso a uma ampla seleção de discos de vinil e CDs, incluindo títulos novos e usados, nacionais e importados. A variedade contempla desde álbuns clássicos até itens considerados raros, abrangendo diferentes estilos e épocas da música.
O curso aborda a história e simbolismo da arte e a fauna e flora retratados na pintura
1° Oficina de Pintura Ucraniana, intitulada “Petrykivka”, iniciou na manhã de segunda-feira (27), às 9h, no Ateliê de Pintura da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (PROEX). Ao todo, serão realizados oito encontros até 15 de junho, e o curso acontece todas às segundas-feiras, das 9h às 11h. As matrículas foram realizadas por um formulário com taxa de inscrição entre R$70 e R$140, para custear os materiais necessários que estão inclusos na atividade.
O evento foi ministrado pela professora e pesquisadora ucraniana Svitlana Borysenko, que apresentou um vídeo autoral sobre a origem, trajetória e como a tradição da pintura se tornou um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Na primeira aula, os alunos aprenderam as técnicas básicas, como a pressão e ângulo correto da mão, a “pincelada de transição”, a "Tsybulka" (forma de cebola ou tulipa) e o "Zernyatko" (elemento em forma de semente).
A técnica une precisão e liberdade criativa, já que tradicionalmente utiliza os dedos e pincéis artesanais com pelos de gato, o que permite fazer traços extremamente finos. Usa-se também a sobreposição de cores para dar volume e o uso de duas cores para criar gradientes naturais em um só movimento.
Esta arte tradicional utiliza técnicas ancestrais que surgiram como forma de proteção e celebração da vida, pois as mulheres na aldeia acreditavam que pintar suas casas com cores vibrantes trazia harmonia e sorte. O que antes era visto apenas como bela decoração doméstica atualmente é uma forma de arte reconhecida mundialmente.
Para a chefe da divisão de assuntos culturais, Patrícia Camera Varella, é importante apresentar a cultura ucraniana também pelos imigrantes presentes na cidade. “É interessante ampliar isso para o público e como a professora é ucraniana, ela traz todo o repertório não só da cultura mas da vivência dela e isso contribui para o lado criativo da pintura”, ressalta.
A pesquisadora Svitlana Borysenko comenta que o objetivo do curso não é somente aprender algumas técnicas e adquirir conhecimento, mas criar pontes de empatia e respeito entre as culturas. “Apresentar a Petrykivka no Brasil, especialmente neste momento, é uma forma de mostrar a resiliência, a beleza e a profundidade da alma ucraniana, e o meu objetivo agora é ver como essa tradição pode se fundir com a cultura paranaense e florescer aqui também”, relata.
Marcos Gabriel Sá Bonin, ilustrador e aluno do curso, fala que é a primeira oficina de pintura ucraniana que participa e foi ótimo para expandir os horizontes da arte. “Achei muito legal esse primeiro dia de oficina e já me despertou bastante interesse em praticar mais a técnica para aplicá-la em outros projetos meus”, diz.
A PROEX, juntamente com a professora Svitlana têm o objetivo de fazer a curadoria das melhores obras produzidas pelos alunos para organizar uma exposição, mas a intenção da pesquisadora é poder levar os trabalhos para um público ainda maior.
Texto: Emanuelle Nunes
Revisão: Jeniffer Iara
Supervisão: Ivan Bomfim
Fotos: Emanuelle Nunes e Matheus Fornazari

O Colégio Estadual Regente Feijó, na sexta-feira (24), realizou uma palestra conduzida pelo diretor Ilário Valmor Waldmann sobre segurança e acompanhamento na vida estudantil. Em relação à importância de estar presente na vida acadêmica não apenas por cuidado, mas também para reconhecer talentos ao longo da trajetória do acadêmico.
Na tarde do sábado (25), a Paróquia João Paulo II promoveu o seu primeiro Encontro de Carros Clássicos. Além das máquinas expostas, o evento alegrou a todos os públicos com a venda de comidas feitas pela Paróquia, música ao vivo e brinquedos infláveis para a diversão das crianças.
Os últimos portfólios que fiz no Projeto se relacionam a paixões e memórias da minha pessoa, mas esse é sobre um efeito, o light trail. Fotos de longa exposição permitem fazer um efeito de rastro de luz, um estilo de foto que sempre apreciei. Sempre digo que a fotografia captura a magia de momentos e os eterniza de maneira poética. O light trail é uma evolução específica disso para minha visão fotográfica: um jeito magnífico de você comprimir uma fonte de luz solitária, seja por 10 segundos ou por seis horas, em um único quadro. Como criar um vídeo em uma só imagem. E essa filosofia aparece ainda mais quando se fotografa luzes de carros.
A ideia para essas fotos veio numa noite, início de março, em que estava saindo a pé para um jogo. Na minha mochila, levava minha câmera que ganhei no último Ano Novo e, ao passar pelo viaduto do Santa Maria, resolvi ligá-la e tentar uma foto assim do movimento que passava por baixo. O resultado foi muito parecido com a foto de capa desse carrossel. Desde então, a ideia se estruturava na minha cabeça. Depois de vários trabalhos do curso, arranjei tempo para sair e fazer essas fotos em três noites distintas.
Por mais simples que pareça, o sentimento que me vem em cada foto é de contemplação: uma junção da calmaria das noites, a atenção e presença em cada momento e uma leve carga emocional, que pode ser paz e, às vezes, melancolia também. Tal qual no meu último portfólio, se você gosta da música Life In The City, do The Lumineers, deve entender o sentimento em cada quadro.
Meu nome é Matheus Fornazari, sou estudante do segundo ano de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa e faço parte do Projeto de Extensão Foca Foto.
Fotos: Matheus Fornazari
Texto: Matheus Fornazari
Revisão: Gabriel Vitório
Supervisão: Paulo Rogério de Almeida
Evento escolar reúne atividades e reforça valores como união e espírito esportivo
No último sábado (25), alunos do 1º. ao 8º. ano do Ensino Fundamental participaram da Copa Elite, realizada no Ginásio de Esportes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no campus Uvaranas. Promovido pela Elite Rede de Ensino, o evento teve como objetivo incentivar a integração entre estudantes e familiares por meio do esporte e atividades recreativas.
A missa da Vigília Pascal foi celebrada na Paróquia São Pedro Apóstolo, no Sábado de Aleluia (4), às 21 horas. Ela é considerada a cerimônia mais importante do cristianismo, representando a ressurreição de Jesus Cristo - a vitória da vida sobre a morte e a luz sobre as trevas. A missa tem ao todo quatro ritos principais: a Liturgia da Luz, da Palavra, a Batismal e a Eucarística.

Na noite da última sexta-feira (3), ocorreu a 33ª Edição da Encenação da Paixão de Cristo, organizada pelo Grupo de Jovens e Adultos Jovens Unidos na Santa Cruz da Paróquia São Judas Tadeu (JUSC). A apresentação ocorreu no Parque Lacustre no Centro da Cidade de Castro e teve início às 20h30.
Na tarde de sexta-feira (20), foi realizado o encerramento do Festival Literário dos Campos Gerais (Flicampos), na Biblioteca Pública Municipal Professor Bruno Enei. O término do evento foi composto por apresentações culturais de Hip Hop, incluindo, batalhas de rima, breakdance e declamação de poesia.
Na tarde de domingo (16), ocorreu o 1º Encontro de Dachshund, popularmente conhecidos como “cães salsichas”, na fazenda Pedra Verde em Ponta Grossa. O evento, com entrada gratuita, havia sido adiado por causa da instabilidade do tempo, mas reuniu famílias e pets e proporcionou um momento de interação e diversão.