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O curso aborda a história e simbolismo da arte e a fauna e flora retratados na pintura

1° Oficina de Pintura Ucraniana, intitulada “Petrykivka”, iniciou na manhã de segunda-feira (27), às 9h, no Ateliê de Pintura da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (PROEX). Ao todo, serão realizados oito encontros até 15 de junho, e o curso acontece todas às segundas-feiras, das 9h às 11h. As matrículas foram realizadas por um formulário com taxa de inscrição entre R$70 e R$140, para custear os materiais necessários que estão inclusos na atividade.

O evento foi ministrado pela professora e pesquisadora ucraniana Svitlana Borysenko, que apresentou um vídeo autoral sobre a origem, trajetória e como a tradição da pintura se tornou um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Na primeira aula, os alunos aprenderam as técnicas básicas, como a pressão e ângulo correto da mão, a “pincelada de transição”, a "Tsybulka" (forma de cebola ou tulipa) e o "Zernyatko" (elemento em forma de semente).

A técnica une precisão e liberdade criativa, já que tradicionalmente utiliza os dedos e pincéis artesanais com pelos de gato, o que permite fazer traços extremamente finos. Usa-se também a sobreposição de cores para dar volume e o uso de duas cores para criar gradientes naturais em um só movimento.

Esta arte tradicional utiliza técnicas ancestrais que surgiram como forma de proteção e celebração da vida, pois as mulheres na aldeia acreditavam que pintar suas casas com cores vibrantes trazia harmonia e sorte. O que antes era visto apenas como bela decoração doméstica atualmente é uma forma de arte reconhecida mundialmente.

Para a chefe da divisão de assuntos culturais, Patrícia Camera Varella, é importante apresentar a cultura ucraniana também pelos imigrantes presentes na cidade. “É interessante ampliar isso para o público e como a professora é ucraniana, ela traz todo o repertório não só da cultura mas da vivência dela e isso contribui para o lado criativo da pintura”, ressalta.

A pesquisadora Svitlana Borysenko comenta que o objetivo do curso não é somente aprender algumas técnicas e adquirir conhecimento, mas criar pontes de empatia e respeito entre as culturas. “Apresentar a Petrykivka no Brasil, especialmente neste momento, é uma forma de mostrar a resiliência, a beleza e a profundidade da alma ucraniana, e o meu objetivo agora é ver como essa tradição pode se fundir com a cultura paranaense e florescer aqui também”, relata.

Marcos Gabriel Sá Bonin, ilustrador e aluno do curso, fala que é a primeira oficina de pintura ucraniana que participa e foi ótimo para expandir os horizontes da arte. “Achei muito legal esse primeiro dia de oficina e já me despertou bastante interesse em praticar mais a técnica para aplicá-la em outros projetos meus”, diz.

A PROEX, juntamente com a professora Svitlana têm o objetivo de fazer a curadoria das melhores obras produzidas pelos alunos para organizar uma exposição, mas a intenção da pesquisadora é poder levar os  trabalhos para um público ainda maior.

Texto: Emanuelle Nunes

Revisão: Jeniffer Iara

Supervisão: Ivan Bomfim 

Fotos: Emanuelle Nunes e Matheus Fornazari

 

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