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Luta e resistência foram as palavras que ecoaram no Dia Internacional da Mulher. Em Ponta Grossa, a Marcha 8M, organizada pelo Coletivo Feminismos em Luta, reuniu cerca de 200 manifestantes e representantes de instituições do munícipio na Praça dos Polacos. O objetivo foi reivindicar direitos e evidenciar as demandas do movimento feminista, como o combate à violência de gênero, racial e de classe; o fim da jornada de trabalho 6x1, a legalização do aborto, de modo livre e seguro, entre outras pautas. A passeata, que seguiu até a Avenida Vicente Machado, contou com apresentações culturais, falas-manifestos e a confecção de cartazes.

Para que o evento fosse realizado, as ações dos organizadores do 8M  tiveram início em dezembro de 2024. Com a união, apoio, doações de entidades e envolvimento de ativistas, o Coletivo Feminismos em Luta promoverá várias atividades ao longo deste mês.

Adriana Souza, integrante da Marcha Mundial das Mulheres desde 2004, afirma que, embora a cidade tenha uma população mais conservadora, o movimento feminista vem ganhando cada vez mais aceitação. “As vozes feministas estão sendo ouvidas e apesar de o cenário ainda não ser o ideal, já estamos colhendo os frutos das nossas ações”. 

Silvana Benites, indígena da etnia Guarani e participante da Associação das Mulheres Indígenas Organizadas em Rede (AMIOR), também integrou a Marcha 8M. Ela destaca que a manifestação é o ponto de partida para que sejam defendidos os direitos dos povos originários e para que haja respeito em relação às mulheres, sejam elas indígenas, quilombolas ou negras.

O representante do Movimento Estudantil Secundarista, Victor Leonardo, enfatiza a importância da participação na Marcha 8M. “É preciso garantir a visibilidade do movimento e a reivindicação de oportunidades para as mulheres”. Segundo ele, para atrair o público jovem para a militância, é fundamental levar os debates para o ambiente escolar e universitário, com uma abordagem lúdica e que aproxime os estudantes da luta diária por direitos.

Para a ativista Pâmela Cristina, essa foi a primeira vez participando de uma manifestação como mãe e na companhia de sua filha. “Quero que desde cedo ela esteja inserida nesse meio, compreendendo e frequentando esses atos”. Pâmela ressalta que a luta é pertinente e deve ser lembrada todos os dias e não somente no 8 de março.

A programação, organizada pelo Coletivo Feminismos em Luta, estende-se até o dia 28 de março. Envolve oficinas, mesas redondas, seminários, aulas comunitárias, exposições, entre outras atividades. Para conferir a agenda completa, basta acessar a página do Instagram @feminismos.emluta. 

Texto: Giulia Neves, Naty Stupp e Emanueli Paini

Revisão: Daniel Klemba 

Supervisão: Carlos Alberto de Souza

Fotos: Giulia Neves (01-04), Naty Stupp (05-07) e Emanueli Paini (08-10)

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